AQUECIMENTO DE AR POR INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA DIRETA: TECNOLOGIA DIHEM PARA PLÁSTICOS LAMINADOS E EMBALAGENS FLEXÍVEIS

O sistema DIHEM aquece ar por indução eletromagnética direta, sem chama, combustão ou resistências elétricas no fluxo de ar, oferecendo controle rápido e integração ao processo industrial.

Na produção de filmes plásticos, laminados e embalagens flexíveis, o ar quente participa de etapas decisivas da linha.

Ele pode ser necessário para secar solventes e tintas depois da impressão, realizar secagem e aquecimento de revestimentos, participar da laminação e auxiliar na ativação de adesivos.

Portanto, quando o aquecimento de ar apresenta instabilidade, demora na resposta ou exige manutenção frequente, o impacto não fica restrito ao sistema térmico.

Ele chega ao processo produtivo.

É nesse cenário que a BRASCOELMA apresenta o DIHEM — sistema de aquecimento de ar por indução eletromagnética direta, desenvolvido como alternativa aos sistemas convencionais de aquecimento utilizados nesses processos.

O QUE É O AQUECIMENTO DE AR POR INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA DIRETA?

O princípio é diferente daquele encontrado nos aquecedores convencionais com resistência elétrica ou combustão.

No DIHEM, o calor é produzido por indução eletromagnética em uma massa metálica projetada para realizar a troca térmica.

O fluxo de ar atravessa esse corpo metálico aquecido e recebe calor por convecção forçada.

Em termos simples, a sequência é:

energia elétrica → indução eletromagnética → aquecimento da massa metálica → transferência de calor → ar quente para o processo.

Não há necessidade de elementos resistivos posicionados diretamente no fluxo de ar.

Também não existe chama ou combustão no processo de geração de calor do equipamento.

COMO FUNCIONA O AQUECEDOR DE AR DIHEM?

O equipamento possui uma bobina de indução eletromagnética associada ao corpo metálico responsável pelo aquecimento.

O ar entra no equipamento, percorre a região de transferência térmica e sai aquecido para utilização no processo industrial.

A energia eletromagnética gera correntes induzidas na massa metálica.

Essa massa aquece.

Em seguida, o fluxo de ar retira o calor e o transporta para o ponto em que ele será utilizado.

Essa arquitetura permite que o aquecimento seja integrado diretamente às necessidades térmicas da linha.

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE DIHEM E UM AQUECEDOR COM RESISTÊNCIA ELÉTRICA?

A principal diferença está em onde e como o calor é gerado.

Em um aquecedor convencional por resistência, elementos resistivos são responsáveis pela geração do calor.

No DIHEM, o aquecimento é produzido por indução eletromagnética na massa metálica de troca térmica.

Consequentemente, não existem elementos de resistência elétrica posicionados no fluxo de ar.

Essa diferença construtiva influencia características importantes para uma operação industrial, como resposta térmica, manutenção e integração do controle.

E QUAL É A DIFERENÇA EM RELAÇÃO AO AQUECIMENTO A GÁS?

Sistemas a gás dependem de combustão para produzir calor.

O DIHEM utiliza energia elétrica e indução eletromagnética.

Portanto, o sistema não depende de chama para realizar o aquecimento do ar.

Além disso, como não existe combustão no próprio equipamento, não são gerados gases de combustão pelo processo de aquecimento do DIHEM.

Para indústrias que estudam a eletrificação de processos térmicos, essa característica pode ser particularmente relevante.

ONDE O AR QUENTE É UTILIZADO NA PRODUÇÃO DE FILMES PLÁSTICOS?

A fabricação de filmes e embalagens flexíveis reúne diferentes etapas produtivas.

Uma linha pode envolver, por exemplo:

extrusão → impressão → revestimento → laminação → secagem e resfriamento.

Em diferentes pontos dessa sequência, controlar corretamente a temperatura do ar pode ser determinante para o processo.

Entre as aplicações apresentadas para o aquecimento de ar estão:

  • secagem após impressão flexográfica;
  • revestimento e secagem de filmes;
  • laminação;
  • aquecimento relacionado ao processo de extrusão;
  • secagem de ar para outras necessidades industriais auxiliares.

Isso mostra por que o aquecedor não deveria ser analisado isoladamente.

Ele precisa ser dimensionado para a etapa produtiva que receberá o ar quente.

POR QUE A SECAGEM APÓS A IMPRESSÃO FLEXOGRÁFICA É UMA APLICAÇÃO IMPORTANTE?

Na impressão flexográfica, o material passa pelo processo em movimento.

Depois da aplicação da tinta, existe a necessidade de secagem dentro das condições definidas para a linha.

O ar aquecido participa justamente dessa etapa.

Portanto, sua temperatura e capacidade de resposta precisam acompanhar a velocidade e as condições de produção.

Quando o processo muda, o sistema térmico também precisa responder.

Essa relação torna o controle de temperatura do ar uma variável diretamente conectada à operação.

COMO O DIHEM PARTICIPA DE PROCESSOS DE REVESTIMENTO?

Processos de revestimento também podem utilizar ar aquecido para promover as condições necessárias de secagem.

Nesse cenário, o sistema térmico precisa trabalhar integrado à aplicação do revestimento e à movimentação contínua do filme.

A função do DIHEM é fornecer o ar aquecido necessário ao processo, utilizando indução eletromagnética como princípio de geração do calor.

Mais uma vez, o objetivo não é simplesmente produzir ar quente.

É fornecer calor dentro das condições exigidas pela aplicação.

E NA LAMINAÇÃO DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS?

A laminação reúne diferentes materiais para formar uma estrutura multicamada.

Dependendo do processo utilizado, aquecimento e secagem participam da operação e da ativação dos materiais envolvidos.

Por isso, laminação e ativação de adesivos estão entre as aplicações apresentadas para sistemas de aquecimento de ar.

A capacidade de controlar a temperatura e responder às mudanças da linha ganha importância justamente porque o sistema térmico está conectado a uma etapa contínua de produção.

O QUE SIGNIFICA DIZER QUE O DIHEM POSSUI BAIXA INÉRCIA TÉRMICA?

Inércia térmica é a tendência de um sistema levar determinado tempo para responder às mudanças de temperatura solicitadas pelo processo.

No DIHEM, a baixa inércia térmica está relacionada à capacidade de responder rapidamente às alterações de demanda.

Isso é relevante quando a linha exige mudanças de temperatura ou quando o aquecimento precisa acompanhar diferentes condições operacionais.

Em vez de analisar apenas a temperatura máxima que um aquecedor consegue atingir, a engenharia também deve perguntar:

quanto tempo o sistema leva para responder ao que o processo está pedindo?

POR QUE A RESPOSTA RÁPIDA PODE SER IMPORTANTE?

Uma linha industrial não trabalha necessariamente em uma única condição durante todo o turno.

Velocidade, produto, receita ou necessidade térmica podem mudar.

Quando isso acontece, o sistema de aquecimento precisa acompanhar a operação.

A resposta térmica rápida apresentada pelo DIHEM permite que o aquecimento seja tratado como parte dinâmica do processo.

Isso também favorece sua integração aos sistemas de controle e automação da planta.

COMO O DIHEM SE INTEGRA À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL?

O aquecimento industrial moderno não deveria funcionar separado do restante da linha.

Temperatura, vazão de ar, velocidade de produção e comandos do equipamento precisam conversar.

Por isso, a possibilidade de integração com o processo e com sistemas de automação é uma característica importante da solução.

Na prática, isso permite que o sistema térmico responda às necessidades operacionais em vez de trabalhar simplesmente em uma condição fixa.

O DIHEM PODE REDUZIR A MANUTENÇÃO?

Uma diferença importante está na ausência de elementos de resistência elétrica diretamente no fluxo de ar.

Nos sistemas resistivos convencionais, esses elementos fazem parte da geração de calor e estão sujeitos às condições térmicas de operação.

O DIHEM utiliza outro princípio: a indução aquece a massa metálica de troca térmica.

Essa configuração reduz a dependência dos elementos resistivos convencionais e pode simplificar determinadas necessidades de manutenção relacionadas a eles.

Entretanto, todo equipamento industrial continua exigindo inspeção e manutenção compatíveis com suas condições de operação.

O SISTEMA PODE CONTRIBUIR PARA A SEGURANÇA DO PROCESSO?

A ausência de chama e de combustão modifica a arquitetura de risco térmico do sistema.

Da mesma maneira, o DIHEM não utiliza elementos resistivos diretamente no fluxo de ar.

Essas características podem ser relevantes em projetos que buscam maior controle do processo de aquecimento.

Isso não significa que um equipamento por indução dispense análise de segurança.

Instalação elétrica, proteções, controle, ambiente, temperatura de trabalho e características da aplicação continuam fazendo parte da engenharia do projeto.

AQUECIMENTO POR INDUÇÃO PODE CONTRIBUIR PARA A ELETRIFICAÇÃO INDUSTRIAL?

Sim, porque o DIHEM utiliza eletricidade em vez de combustão para produzir o calor necessário ao fluxo de ar.

Isso permite inserir o sistema em projetos voltados à eletrificação de processos térmicos.

Para empresas que estudam redução da utilização direta de combustíveis fósseis, essa característica pode fazer parte de uma estratégia mais ampla de modernização.

Porém, eletrificação e descarbonização não são automaticamente sinônimos.

O resultado ambiental também depende da origem da eletricidade e das condições globais do processo.

COMO O DIHEM SE COMPARA A OUTRAS TECNOLOGIAS DE AQUECIMENTO DE AR?

A comparação precisa considerar o princípio de funcionamento e as necessidades da aplicação.

CRITÉRIODIHEM — INDUÇÃORESISTÊNCIA ELÉTRICAAQUECIMENTO A GÁS
Fonte de energiaEletricidadeEletricidadeCombustível
Princípio de geração do calorIndução eletromagnéticaElementos resistivosCombustão
ChamaNãoNãoSim
Elementos resistivos no fluxoNãoConforme configuraçãoNão
Gases de combustão gerados pelo aquecedorNãoNãoSim
ControleIntegrável ao processoDepende da configuraçãoDepende da configuração
Resposta térmicaRápidaDepende do sistemaDepende do sistema
ManutençãoSem troca dos elementos resistivos convencionaisPode envolver elementos resistivosEnvolve componentes do sistema de combustão
Eletrificação do processoSimSimNão

A tabela ajuda a visualizar as diferenças.

Mas não determina sozinha qual tecnologia deve ser escolhida.

DIHEM É SEMPRE A MELHOR ALTERNATIVA?

Não existe tecnologia universal para todos os processos industriais.

A decisão precisa considerar:

  • temperatura requerida;
  • vazão de ar;
  • potência térmica;
  • tempo de resposta;
  • regime de operação;
  • tecnologia existente;
  • disponibilidade elétrica;
  • custo energético;
  • manutenção;
  • espaço;
  • integração com a linha.

É justamente essa análise que transforma uma comparação de equipamentos em uma decisão de engenharia.

POR QUE O DESIGN COMPACTO E MODULAR É RELEVANTE?

Em plantas existentes, espaço frequentemente é uma restrição.

Novos equipamentos precisam ser integrados a linhas que já possuem estruturas, dutos, máquinas, painéis e áreas de circulação definidos.

Por isso, o design compacto e modular apresentado para o DIHEM pode facilitar estudos de integração em modernizações e novos projetos.

Entretanto, dimensões e configuração final precisam ser determinadas conforme a capacidade necessária e as condições da instalação.

O DIHEM SERVE APENAS PARA EMBALAGENS FLEXÍVEIS?

O material técnico destaca especialmente sua aplicação na produção de plásticos laminados e embalagens flexíveis, incluindo impressão, revestimento, laminação e secagem.

Entretanto, o princípio de aquecimento de ar pode ser avaliado para outras aplicações industriais que necessitem fluxo de ar aquecido.

A adequação depende dos parâmetros reais de cada processo.

QUAIS INFORMAÇÕES SÃO NECESSÁRIAS PARA DIMENSIONAR O AQUECIMENTO DE AR?

Antes de solicitar um projeto, é importante reunir:

  1. aplicação do ar quente;
  2. temperatura de entrada;
  3. temperatura desejada na saída;
  4. vazão de ar;
  5. potência térmica necessária;
  6. regime de funcionamento;
  7. velocidade da linha;
  8. produto processado;
  9. tecnologia de aquecimento atualmente utilizada;
  10. tensão elétrica disponível;
  11. espaço para instalação;
  12. necessidade de integração com automação;
  13. condições ambientais;
  14. requisitos específicos do processo.

Quanto mais claros forem esses dados, mais consistente poderá ser o dimensionamento.

FAQ — AQUECIMENTO DE AR POR INDUÇÃO DIHEM

O QUE É O DIHEM?

É um sistema de aquecimento de ar por indução eletromagnética direta desenvolvido para fornecer ar quente a processos industriais.

COMO O DIHEM AQUECE O AR?

A indução eletromagnética aquece uma massa metálica. O fluxo de ar atravessa o equipamento e recebe o calor por convecção forçada.

O DIHEM POSSUI RESISTÊNCIAS ELÉTRICAS NO FLUXO DE AR?

Não. O princípio apresentado utiliza indução eletromagnética em vez de elementos resistivos posicionados diretamente no fluxo.

O DIHEM UTILIZA GÁS?

Não. O sistema utiliza energia elétrica e não depende de combustão para gerar o calor.

ONDE PODE SER UTILIZADO NA PRODUÇÃO DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS?

Entre as aplicações estão secagem após impressão flexográfica, revestimento e secagem de filmes, laminação e outras etapas que necessitem ar aquecido.

O DIHEM PODE SER INTEGRADO À AUTOMAÇÃO?

Sim. A integração com controle e automação do processo é uma das características apresentadas para a tecnologia.

O SISTEMA POSSUI RESPOSTA TÉRMICA RÁPIDA?

A tecnologia é apresentada com baixa inércia térmica e rápida capacidade de resposta às necessidades do processo.

O DIHEM PODE SUBSTITUIR AQUECIMENTO A GÁS?

Pode ser avaliado como alternativa elétrica em determinadas aplicações. A viabilidade depende da demanda térmica, instalação, energia disponível e características do processo.

PODE SUBSTITUIR AQUECEDORES DE RESISTÊNCIA?

A substituição pode ser estudada tecnicamente. É necessário comparar vazão, temperatura, potência, operação e integração com a linha existente.

COMO SABER SE O DIHEM É ADEQUADO À MINHA LINHA?

O primeiro passo é apresentar à engenharia os parâmetros térmicos e operacionais do processo para dimensionamento da solução.

AQUECER O AR É APENAS PARTE DO PROBLEMA. FAZER O AQUECIMENTO RESPONDER À LINHA É O VERDADEIRO DESAFIO.

Em uma fábrica de filmes plásticos e embalagens flexíveis, o sistema térmico participa diretamente da produção.

Impressão.

Secagem.

Revestimento.

Laminação.

Ativação de adesivos.

Cada etapa pode impor condições diferentes ao ar aquecido.

O DIHEM BRASCOELMA leva a indução eletromagnética para esse processo, eliminando a necessidade de chama e de elementos resistivos diretamente no fluxo de ar e permitindo uma solução com resposta térmica rápida, controle e integração à automação industrial.

Sua indústria utiliza resistência elétrica ou gás para aquecer ar em processos de impressão, secagem, revestimento ou laminação? Fale com a engenharia da BRASCOELMA e solicite uma análise da aplicação.

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